quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Apreço sem preço

Apreço 

Quem  a olha não a vê
Quem a vê não  a enxerga
Quem a enxerga não  entende
Quem tenta, se surpreende

Parece confusão
Causa ilusão
É livro vivo
Sem livro, vive não

Contém páginas virgens
Embora nem pareça
Não faz esforço
Pra deixar de ser livro besta

Ser esquipática
Não a causa susto
Nem mesmo em ser
Um livro em desuso

Em muito daquele livro
Há um outro ser
Por mais que tente controle
O "ser" quer ser

Esse ser que aparece
Tem muita imaginação
Ou então é outra coisa
Talvez ficção,fixação

Às vezes fixa numa idéia
E nela permanece
E se o livro é desconhecido
O que será que acontece?

E se ler com os olhos da alma?
E a alma conseguir enxergar?
Uma alma que não existe
Aúrea boa, alma boa pra amar

Fez leitura de olho
O olho não viu não
Pois o olho teve pouco tempo
Não teve reação

O olho leu o olho
Sem quê, sem ter razão
O olho ficou triste
Porquê o olho não teve alcance da visão

 By me...



Oi gente...esse aí, tá fresquinho saiu no improviso, pois já estava nos recônditos do meu cerebrozinho.Algumas noites ao pôr a cabeça no travesseiro, ficava provocando essa idéia o tempo inteiro.Não preocupem -se em entender...não é dor, aliás a única dor que sinto agora são dores musculares.Se alguém se achar ou se perder , ótimo!Tomara que gostem....será que ainda cabe um vídeo?


Um comentário:

  1. Olá Mary!
    "Quem a ver não a enxerga" A partir do momento que nossa espécie,tiver o "poder" de enxergar além do que vemos,iremos nos encantar com o que os nossos olhos contempla.
    Visitar este teu espaço é sempre uma oportunidade de viajar ao um espaço ,não visitado por mim.
    Fico grato ,mais uma vez, por nos oferecer mais um manjar textual.
    Um abraço!

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