terça-feira, 27 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
O homem chora ou não chora?E se chora , pq chora?E pq não chora?
Desfazendo esquívocos...
Alexandre o "Grande"
Homem não chora
Homem não chora
Nem por dor
Nem por amor
E antes que eu me esqueça
Nunca me passou pela cabeça
Lhe pedir perdão
E só porque eu estou aqui
Ajoelhado no chão
Com o coração na mão
Não quer dizer
Que tudo mudou
Que o tempo parou
Que você ganhou
Nem por dor
Nem por amor
E antes que eu me esqueça
Nunca me passou pela cabeça
Lhe pedir perdão
E só porque eu estou aqui
Ajoelhado no chão
Com o coração na mão
Não quer dizer
Que tudo mudou
Que o tempo parou
Que você ganhou
Meu rosto vermelho e molhado
É só dos olhos pra fora
Todo mundo sabe
Que homem não chora
Esse meu rosto vermelho e molhado
É só dos olhos pra fora
Todo mundo sabe
Que homem não chora
É só dos olhos pra fora
Todo mundo sabe
Que homem não chora
Esse meu rosto vermelho e molhado
É só dos olhos pra fora
Todo mundo sabe
Que homem não chora
Homem não chora
Nem por ter
Nem por perder
Lágrimas são água
Caem do meu queixo
E secam sem tocar o chão
E só porque você me viu
Cair em contradição
Dormindo em sua mão
Não vai fazer
A chuva passar
O mundo ficar
No mesmo lugar
Nem por ter
Nem por perder
Lágrimas são água
Caem do meu queixo
E secam sem tocar o chão
E só porque você me viu
Cair em contradição
Dormindo em sua mão
Não vai fazer
A chuva passar
O mundo ficar
No mesmo lugar
Meu rosto vermelho e molhado...
* * *
Guerreiro Menino (um Homem Também Chora)
Fagner
Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis
Guerreiros são meninos
No fundo do peito
Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sonho
Que os tornem perfeitos
É triste ver este homem
Guerreiro menino
Com a barra de seu tempo
Por sobre seus ombros
Eu vejo que ele berra
Eu vejo que ele sangra
A dor que traz no peito
Pois ama e ama
Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida
E a vida é trabalho
E sem o seu trabalho
Um homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata
Não dá pra ser feliz
Não dá pra ser feliz
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis
Guerreiros são meninos
No fundo do peito
Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sonho
Que os tornem perfeitos
É triste ver este homem
Guerreiro menino
Com a barra de seu tempo
Por sobre seus ombros
Eu vejo que ele berra
Eu vejo que ele sangra
A dor que traz no peito
Pois ama e ama
Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida
E a vida é trabalho
E sem o seu trabalho
Um homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata
Não dá pra ser feliz
Não dá pra ser feliz
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Eu tenho medos bobos e coragens absurdas !!!(Não conheço o autor, mas desconfio)
Vamos lá...esse texto estava prontinho em meu hd interno.Eu queria expressar como é bom viver, amadurecer e conseguir enxergar que somos "metamorfoses ambulantes" e mesmo assim o texto não saiu como eu havia projetado.
Eu fui criança, morei muito tempo com a minha vó (in memorian) e minha tia, pessoas que me deram o que conheço por afeto.Meus pais são jovens, mas apesar dessa juventude há neles uma arraigada educação, da qual eles não tem culpa e deles nunca obtive um "cheiro" e nem nunca ouvi um "eu te amo".Não.Não enganem-se, não estou aqui para reclamar.Estou querendo mostrar que nem por isso ou aquilo que nos faltou, não significa dizer que um dia não nos será acrescentado.Demorei pra entender esse processo, mas na convivência, na vivência com amigos, adversidades, com alegrias e decepções, nas múltiplas escolhas que fiz, em que algumas acertei, outras errei, descobri, descubro todo os dias o quanto é bom viver e desejo viver muitooooooooo, desde que tenha muita saúde e que nem tudo o que é "ruim" não tenha o seu lado bom...pois tem!
Como diz o amigo Abayomi em seu blog, eu não só via preonceitos implícitos e explícitos, mas tb tive ou ainda tenho os meus, e é nessa convivência, nessa diversidade com as pessoas, pessoas essas muito importantes (nem elas sabem e nem teria espaço aqui pra quem eu preciso agradecer), que comecei a demodelar os meus conceitos, desfazer os meus equívocos e compreender algumas ações e reações que a gente mesmo provoca consciente ou conscientemente.
Outro dia aqui explicitei sobre o "medo" que tinha de falar que gostava de Raulzito e amei por achar alguém que compartilhou o mesmo que eu :Non_Nattus!E assim eu vou somando conhecimentos de um mundo que antes era restrito aos meus pensamentos e ao mundo meu.Esse mundo deixou de existir.Eu não sou mais "eu".Em mim agora abriga uma infinidade de pessoas que acrescentaram à minha vida ,outras vidas.Estranho né?Claro que um "eu" continua a existir, que é aquele da essência, mas mudado a partir dessas intervenções socioculturais.E como é bom demodelar, desconstruir, reconstruir (segundo Piaget), conhecer, compreender, perdoar, agradecer, cheirar, dizer que amo (sem preconceitos) os amigos, as amigas, principalmente quando tudo é verdadeiro.Saber que a "casca grossa", "carapaça", já está em processo de desaparecimento apesar de toda educação que tive.Ainda não sou muito agradável com meu filho.Às vezes sinto dificuldades em demonstrar afetos tanto quanto meus pais, nem sei se é por causa da adolescência do garoto, mas tem muita coisa nova, tanta gente nova que renovam meu jeito de ser, de pensar, de agir, além das leituras e releituras que tenho feito com afinco e dedicação de livros vivos (pessoas) ou de livros "normais".
É um momento ímpar!
Por muito tempo conservei medos bobos e hoje adquiri coragens absurdas!!!
Postarei um vídeo e nada terá relação direta com o que está escrito aqui...talvez só uma frase tenha...ou um fragmento dela.A mesma já me emocionou muito, pois continha coisas que eu gostaria de alcançar.Não sei se alcancei completamente, mas evolução houve...
She´s no crying anymore
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Apreço sem preço
Apreço
Quem a olha não a vê
Quem a vê não a enxerga
Quem a enxerga não entende
Quem tenta, se surpreende
Parece confusão
Causa ilusão
É livro vivo
Sem livro, vive não
Contém páginas virgens
Embora nem pareça
Não faz esforço
Pra deixar de ser livro besta
Ser esquipática
Não a causa susto
Nem mesmo em ser
Um livro em desuso
Em muito daquele livro
Há um outro ser
Por mais que tente controle
O "ser" quer ser
Esse ser que aparece
Tem muita imaginação
Ou então é outra coisa
Talvez ficção,fixação
Às vezes fixa numa idéia
E nela permanece
E se o livro é desconhecido
O que será que acontece?
E se ler com os olhos da alma?
E a alma conseguir enxergar?
Uma alma que não existe
Aúrea boa, alma boa pra amar
Fez leitura de olho
O olho não viu não
Pois o olho teve pouco tempo
Não teve reação
O olho leu o olho
Sem quê, sem ter razão
O olho ficou triste
Porquê o olho não teve alcance da visão
By me...
Oi gente...esse aí, tá fresquinho saiu no improviso, pois já estava nos recônditos do meu cerebrozinho.Algumas noites ao pôr a cabeça no travesseiro, ficava provocando essa idéia o tempo inteiro.Não preocupem -se em entender...não é dor, aliás a única dor que sinto agora são dores musculares.Se alguém se achar ou se perder , ótimo!Tomara que gostem....será que ainda cabe um vídeo?
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Bom domingo, ótima semana!
Cause I can´t fight this feelling anymore: trilha sonora de muitos filmes e séries, entre eles Aladim,Crepúsculo,Glee, entre outros.
Acho que jamais demonstrei aqui meu lado criança, que já esqueceu de todos os filmes infantis que assistiu, das revistas em quadrinhos que impulsionaram-me a descobrir a leitura e consequentemente a escrita; as fábulas, contos entre outros que fizeram com que me emocionasse, usasse a imaginação, etc.Rsrsrs.Tudo mentira né?Eu sou aquela que cresci, "amadureci", mas que continua com um pé (ou quem sabe os dois) lá na infância.O que acontece hoje é que faço outras leituras.Às vezes relembro algo que foi lido por mim e que naquele momento da vida não foi capaz de provocar aquele entendimento, aquilo que o autor das histórias que eu li, dos filmes que assisti, queria passar. Hoje eu sei que cada (re)leitura que fazemos, mais coisas descobrimos, mais aperfeiçoamos, tipo "afinamos o faro", despertamos para o moral da história.Dessa forma, nesse domingo de uma só vez posto 3 leituras intertextuais.O restante vcs decifram por mim tá certo? Talvez nem contenha nexo ou será que tem?Rsrsrsrs...
*** O laço e o abraço
Meu Deus! Como é engraçado! Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço… uma fita dando voltas. Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim é que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço. E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando…devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço. Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido. E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita. Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso…Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
Mário Quintana
***
Ah, em rima...
Amor, então,
também acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.
Paulo Leminski
também acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.
Paulo Leminski
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